Águas Cristalinas Autoria : Joaquim F. Baptista |
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Lago da vida, como se chama, Chorando por ti, quem te ama, Lago da vida sinto-me só, Quero-te muito sem ter dó Quero ser o teu farol Para iluminar o teu caminho, Teu caminho é meu caminho, De mão dada vamos indo
Sonhar é tão bom quando se ama Com forte chama, se agarramos os nossos sentimentos. Águas quentes, torrentes de sal, Tu viraste o amor como tu querias sentir Neste desabafo de evitar de falar, Pior que nada é o silencio presenciado, Perguntar o que falar, o que escutar, São dores de aflição imagináveis
Tudo parece um sonho longo Sem ter a certeza quando terminar, Pois tu evitas falar e eu evito escutar Pois não nos queremos magoar Oh amor que tão longe estás E dia para dia teu afastamento se notará, Não posso fazer nada contra esta corrente, Lago da vida onde estás?
Do lago da vida nasceu uma Sereia Pois foi minha princesa, meu sonho na areia, Rebentou um grande amor Que duração não demorou Olhando para o Sol, olhando para a lua, Tudo parece estranho, tudo parece calado Nos montes da ribeira onde o lago da vida se desmoronou, Tu Sereia, que eras minha, me abandonou
Nem de repente nem depressa, Pois o tempo passa sem se dar por ele Silêncio que doi, silêncio que abafa, Sereia minha tu desengatas Relacionamento quase perdido Pois, sem querer, muito abatido, Tua consciencia te diz que não pode ser assim E eu fico a perguntar-me porque não posso ser feliz?
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